Célia mora a muito tempo na Argentina e a suposta exploração de mulheres aconteceu na Whiskeria La Torre, há mais de cinco anos.
Sem sua defesa, Célia alegou que trabalhava na Whiskeria, como encarregada, e quando o dono morreu, tocou o estabelecimento junto com outras mulheres, mas não as explorava sexualmente. Ela se declarou inocente.
“Montamos uma sociedade de mulheres e dividíamos o dinheiro, sem exploração” – contou Célia no Tribunal. A defesa, contudo, não foi suficiente para evitar a condenação.
Célia ainda tem parentes em Goioerê – pais e filhos –, que tentam manter contato com ela há algum tempo. Hoje o Goionews tentará colocar uma filha dela em contato com jornalistas da Argentina.
Fonte:(Goionews).
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